Foto: Sinagoga Kahal Zur Israel, em Recife, Pernambuco. Wilfredor · CC0 · Wikimedia CommonsPáginas de referência

Judeus no Brasil: uma história de 500 anos
Os judeus estão no Brasil desde 1500. Primeiro vieram os cristãos-novos, judeus convertidos à força em Portugal e perseguidos pela Inquisição. No Recife holandês…
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Antissemitismo no Brasil: o que dizem os dados
As denúncias de antissemitismo no Brasil subiram muito depois de 7 de outubro de 2023. Segundo a Conib e a Fisesp, foram 1.684 denúncias…
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Cristãos-novos e a Inquisição no Brasil colonial
A Inquisição atuou no Brasil colonial sem tribunal fixo. Agia por meio de visitações enviadas de Lisboa, a primeira em 1591–1595 na Bahia e…
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Sinagogas históricas do Brasil: um roteiro pela memória judaica
A primeira sinagoga do Brasil e das Américas é a Kahal Zur Israel, fundada no Recife em 1636–1637, durante o domínio holandês. Hoje é…
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Árabes e judeus no Brasil: uma história de convivência
Árabes, sobretudo sírios e libaneses, e judeus chegaram ao Brasil entre o fim do século XIX e o início do século XX. Muitos começaram…
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Brasil e Israel: comércio, ciência e cooperação
Brasil e Israel mantêm relações diplomáticas desde 1949. O comércio segue o acordo de livre comércio Mercosul–Israel, assinado em 2007 e em vigor no…
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Antissemitismo no Brasil da era Vargas: as circulares secretas e Olga Benário
Na Era Vargas, o Brasil praticou antissemitismo de Estado de forma sigilosa. A Circular Secreta nº 1.127, de 7 de junho de 1937, mandou…
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Brumadinho, 2019: os socorristas israelenses no Brasil
Israel enviou socorristas militares a Brumadinho depois do rompimento da barragem da Vale, em 25 de janeiro de 2019. As Forças de Defesa de…
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A comunidade judaica brasileira hoje
A comunidade judaica brasileira é a segunda maior da América Latina, depois da Argentina. A Confederação Israelita do Brasil (Conib) estima cerca de 120…
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Integralismo e antissemitismo no Brasil
A Ação Integralista Brasileira (AIB), fundada por Plínio Salgado em 1932, foi o maior movimento fascista do Brasil. O antissemitismo ocupou nela um lugar…
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A comunidade judaica de São Paulo e do Rio de Janeiro
São Paulo e Rio de Janeiro reúnem as duas maiores comunidades judaicas do Brasil. O Estado de São Paulo tem cerca de 50 mil…
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Os judeus marroquinos da Amazônia
Os judeus marroquinos da Amazônia são descendentes dos sefarditas expulsos da Espanha (1492) e de Portugal (1497) que viviam no Marrocos. A partir de…
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Os judeus no Rio Grande do Sul: as colônias agrícolas e Porto Alegre
A presença judaica organizada no Rio Grande do Sul começou em 1904. Naquele ano surgiu a Colônia Philippson, perto de Santa Maria, criada pela…
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Judeus que marcaram a história e a cultura do Brasil
Judeus e descendentes de cristãos-novos marcaram o Brasil desde 1500. Na colônia, destacam-se Bento Teixeira, autor de Prosopopeia, e o rabino Isaac Aboab da…
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Os Justos entre as Nações brasileiros: Souza Dantas e Aracy Guimarães Rosa
O Brasil tem dois Justos entre as Nações. O título é dado pelo Yad Vashem a não judeus que arriscaram a vida para salvar…
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Oswaldo Aranha e a criação de Israel
Oswaldo Aranha (1894–1960), diplomata brasileiro, presidiu a Assembleia Geral da ONU que, em 29 de novembro de 1947, aprovou a Resolução 181, recomendando a…
Ler →Mitos checados
Assista
Vídeo didático da CONIB que traça a história do tropo antissemita da demonização dos judeus, das raízes teológicas antigas e medievais ao nazismo, ao integralismo brasileiro, ao islamismo radical e ao antissionismo contemporâneo. Encerra com os critérios para identificá-lo hoje, incluindo os '3 Ds' de Natan Sharansky.
Adolescentes e adultosVídeo didático da CONIB que traça a história da acusação de deicídio, das origens teológicas à Inquisição, ao nazismo e à revisão do Concílio Vaticano II (Nostra Aetate). Mostra também como o tropo reaparece hoje, na propaganda do Hamas e na retórica que apaga a identidade judaica de Jesus, e ensina a identificá-lo, inclusive na Malhação do Judas.
Adolescentes e adultosReportagem do programa Caminhos da Reportagem com sobreviventes do Holocausto que reconstruíram a vida no Brasil, entre eles uma colega de escola de Anne Frank, crianças escondidas e sobreviventes da marcha da morte. Traz ainda historiadores, a brasileira Aracy de Carvalho, reconhecida como Justa entre as Nações pelo Yad Vashem, e os museus e arquivos de memória do Holocausto no país.
Adolescentes e adultosThomas Venetianer, sobrevivente do Holocausto nascido na antiga Tchecoslováquia, conta sua infância num campo, a perda de 20 parentes e a chegada da família ao Brasil. Ele explica sua missão de combater o negacionismo e o antissemitismo e de inspirar jovens de escolas públicas pela educação.
Adolescentes e adultosTambém em inglês: mais 4 vídeos sobre o tema
Em inglês, sem legendas em português feitas pelo canal (o YouTube oferece tradução automática).
Em inglês. Para ver em português: no player, toque em ⚙️ › Legendas › Traduzir automaticamente › Português.
Um jovem brasileiro que imigrou para Israel relata como sobreviveu ao massacre dos terroristas do Hamas no festival Nova, em 7 de outubro, escondido num abrigo antimísseis atacado com tiros, granadas e gás. Também fala da perda de um amigo, do apoio que recebeu e de sua decisão de seguir em frente com fé e esperança.
Adolescentes e adultosEm inglês. Para ver em português: no player, toque em ⚙️ › Legendas › Traduzir automaticamente › Português.
Etel Bennett, brasileira que vive desde 1971 no Kibutz Zikim, a 4 km de Gaza, conta à USC Shoah Foundation como sobreviveu ao ataque dos terroristas do Hamas em 7 de outubro, a perda de familiares no moshav Netiv HaAsara e a vida como deslocada dentro do próprio país. Um testemunho direto e humano, que também lembra que muçulmanos não são o Hamas.
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Vídeo curto e didático, gravado em Israel, que conta como o diplomata brasileiro Osvaldo Aranha presidiu a Assembleia Geral da ONU na votação do Plano de Partilha de 1947, com visita ao museu dedicado a ele no Kibutz Bror Chail.
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Homenagem do American Jewish Committee aos diplomatas Oswaldo Aranha (Brasil) e Jorge García Granados (Guatemala), decisivos na votação da partilha da ONU em 1947, com depoimentos de seus netos e bastidores da manobra que adiou a votação até 29 de novembro.
AdultosPalavras do tema
Cristãos-novos
Judeus convertidos à força ao catolicismo em Portugal, em 1497, e seus descendentes. Muitos vieram para o Brasil colonial, onde parte manteve a fé judaica em segredo. Glossário
Kahal Zur Israelקהל צור ישראל
Sinagoga fundada no Recife no século 17, durante o domínio holandês, considerada a primeira das Américas. Hoje funciona como museu. Glossário
Lei 7.716/89
Lei brasileira que pune crimes de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional. Em 2003, no caso Ellwanger, o Supremo Tribunal Federal decidiu que antissemitismo é racismo, crime imprescritível. Glossário
Perguntas frequentes
Quantos casos de antissemitismo houve no Brasil no último ano?
Em 2025, o relatório Antissemitismo no Brasil registrou 1.428 ocorrências e validou 989 casos. Desses, 800 aconteceram no ambiente digital e 189 no físico. O número ficou abaixo do pico de 2024, quando a Conib e a Fisesp contaram 1.788 denúncias. Mesmo assim, o relatório fala em estabilização em patamar elevado, bem acima de 2022. Vale lembrar: uma denúncia não equivale a crime confirmado.
Ler a página completa →Que ano foi Brumadinho?
A barragem da Vale em Brumadinho (MG) rompeu em 25 de janeiro de 2019. A lama soterrou a região, e os bombeiros de Minas Gerais e de outros estados conduziram as buscas, com a Força Aérea e o Exército. Dias depois, uma equipe de cerca de 130 a 136 militares e especialistas das Forças de Defesa de Israel chegou para ajudar. Segundo autoridades brasileiras, ela participou da localização de 35 corpos.
Ler a página completa →O que aconteceu em 2019 em Minas Gerais em Brumadinho?
Em 25 de janeiro de 2019, a barragem da Vale em Brumadinho (MG) rompeu. As buscas foram conduzidas principalmente pelos bombeiros de Minas e de outros estados, com a Força Aérea e o Exército. Israel enviou cerca de 130 a 136 militares e especialistas das Forças de Defesa de Israel, com 16 toneladas de equipamento. Segundo autoridades brasileiras, a equipe ajudou a localizar 35 corpos, e o Brasil condecorou a brigada.
Ler a página completa →Qual foi o país que ajudou na tragédia de Brumadinho?
Israel enviou ajuda após o rompimento da barragem da Vale em Brumadinho, em 25 de janeiro de 2019. A delegação das Forças de Defesa de Israel tinha cerca de 130 a 136 militares e especialistas, com 16 toneladas de equipamentos, como sonares, drones e detectores de voz. Durante cerca de quatro dias, trabalhou com os bombeiros de Minas Gerais, que conduziram as buscas. Segundo autoridades brasileiras, a equipe ajudou a localizar 35 corpos. O Brasil condecorou a brigada.
Ler a página completa →O que defendem os sionistas?
Os sionistas defendem a autodeterminação do povo judeu em sua terra histórica. O governo de Israel define o sionismo como o movimento nacional de libertação do povo judeu, nascido da perseguição na Europa. Seus objetivos foram permitir o retorno dos judeus à Terra de Israel, desenvolver sua vida cultural, social, econômica e política, obter reconhecimento internacional para um lar nacional judaico e dar proteção contra perseguições. O sionismo nunca foi um projeto contra outros povos.
Ler a página completa →Quem é sionista no Brasil?
É sionista quem apoia o direito do povo judeu à autodeterminação e à existência do Estado de Israel. No Brasil, muitos judeus são sionistas, assim como brasileiros não judeus. Ser sionista é uma posição política e uma identidade que não pede a ninguém que deixe de ser leal ao país onde vive. Por isso, chamar sionistas de "inimigos da pátria" repete o tropo antissemita da dupla lealdade, listado pela IHRA.
Ler a página completa →Porque o sionista é ruim?
Ser sionista não é ser ruim. O sionismo é o movimento nacional de libertação do povo judeu, nascido da perseguição na Europa, que defende a autodeterminação judaica em sua terra histórica. Ele nunca foi um projeto contra o Brasil ou contra outros povos. Apresentar sionistas como inimigos ou desleais repete o tropo da dupla lealdade, que a IHRA lista como antissemita. Criticar políticas do governo israelense é debate legítimo. Atacar judeus brasileiros por sua identidade, não.
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