<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?>
<feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xml:lang="pt-BR">
  <title>JJO: casos, checagens e atualizações</title>
  <subtitle>Juventude Judaica Organizada: antissemitismo, Israel e desinformação, com fonte.</subtitle>
  <link href="https://jjo.org.br/feed.xml" rel="self" type="application/atom+xml"/>
  <link href="https://jjo.org.br/" rel="alternate" type="text/html"/>
  <id>https://jjo.org.br/</id>
  <updated>2026-10-31T00:00:00Z</updated>
  <author><name>Juventude Judaica Organizada</name><uri>https://jjo.org.br/</uri></author>
  <icon>https://jjo.org.br/img/favicon.png</icon>
  <entry>
    <title>Como checar antes de compartilhar: 9 perguntas para uma imagem ou notícia sobre Israel</title>
    <link href="https://jjo.org.br/desinformacao/como-checar/"/>
    <id>https://jjo.org.br/desinformacao/como-checar/</id>
    <updated>2026-10-31T00:00:00Z</updated>
    <summary>Roteiro em 9 passos para checar fotos, vídeos, números e manchetes sobre Israel antes de compartilhar, com ferramentas gratuitas.</summary>
  </entry>
  <entry>
    <title>IA a favor da verdade: como usar o ChatGPT e outras IAs sem cair em desinformação sobre Israel</title>
    <link href="https://jjo.org.br/aja/ia-a-favor-da-verdade/"/>
    <id>https://jjo.org.br/aja/ia-a-favor-da-verdade/</id>
    <updated>2026-10-31T00:00:00Z</updated>
    <summary>Guia de uso responsável de IA: o viés contra judeus e contra Israel encontrado pela ADL (2025) em GPT, Claude, Gemini e Llama, onde a IA erra, exemplo comentado do caso al-Ahli, prompts prontos por perfil que exigem fontes, regras de ouro, como reconhecer imagens de IA e cartão de bolso para imprimir.</summary>
  </entry>
  <entry>
    <title>Apagar a história judaica: como se nega o Templo, o Muro e a ligação dos judeus com Jerusalém</title>
    <link href="https://jjo.org.br/desinformacao/apagar-a-historia-judaica/"/>
    <id>https://jjo.org.br/desinformacao/apagar-a-historia-judaica/</id>
    <updated>2026-10-30T00:00:00Z</updated>
    <summary>Apagar a história judaica é a técnica de negar a ligação do povo judeu com Jerusalém. Segundo o diplomata americano Dennis Ross, Yasser Arafat disse em Camp David, em 2000, que o Templo ficava em Nablus. Decisões da UNESCO de 2016 chamaram o Monte do Templo só de Al-Aqsa e a praça do Muro Ocidental de “Al-Buraq”. Obras do Waqf em 1999 removeram terra com artefatos antigos. A retórica de ameaça aos lugares sagrados foi usada na mobilização que precedeu a violência de 1929 e reapareceu, em contextos distintos, inclusive na propaganda do Hamas em 2023. Arqueologia, Roma e fontes islâmicas clássicas desmentem a negação.</summary>
  </entry>
  <entry>
    <title>Abbas, Hitler e o Holocausto: o discurso de 2023 e a tese de Moscou que o antecipou</title>
    <link href="https://jjo.org.br/desinformacao/caso-abbas-2023-hitler/"/>
    <id>https://jjo.org.br/desinformacao/caso-abbas-2023-hitler/</id>
    <updated>2026-10-30T00:00:00Z</updated>
    <summary>Em 24 de agosto de 2023, Mahmoud Abbas, presidente da Autoridade Palestina e líder do Fatah, disse ao Conselho Revolucionário do Fatah que Hitler perseguiu os judeus por seu “papel social”, ligado à usura e ao dinheiro, e não por antissemitismo. O vídeo veio a público em 6 de setembro. Israel, Alemanha, União Europeia e EUA condenaram a fala. A prefeita de Paris anunciou a retirada de uma medalha concedida a ele. Mais de cem intelectuais palestinos assinaram uma carta de repúdio. A fala retoma a tese de Moscou de 1982, que pôs em dúvida os seis milhões.</summary>
  </entry>
  <entry>
    <title>Abbas no Parlamento Europeu: a falsa acusação de que rabinos pediram para envenenar a água dos palestinos (2016)</title>
    <link href="https://jjo.org.br/desinformacao/caso-abbas-parlamento-europeu-2016/"/>
    <id>https://jjo.org.br/desinformacao/caso-abbas-parlamento-europeu-2016/</id>
    <updated>2026-10-30T00:00:00Z</updated>
    <summary>Em 23 de junho de 2016, Mahmoud Abbas, presidente da Autoridade Palestina, disse no plenário do Parlamento Europeu que rabinos em Israel haviam pedido ao governo que envenenasse a água para matar palestinos. A história vinha de uma notícia que circulou em veículos palestinos e árabes. Ela citava um rabino que nenhuma verificação jornalística encontrou. O gabinete de Abbas retirou a afirmação e a chamou de infundada. A acusação repete o libelo medieval que culpou judeus de envenenar poços na Peste Negra.</summary>
  </entry>
  <entry>
    <title>O libelo dos órgãos: como o Aftonbladet acusou Israel sem provas (2009)</title>
    <link href="https://jjo.org.br/desinformacao/caso-aftonbladet-2009-orgaos/"/>
    <id>https://jjo.org.br/desinformacao/caso-aftonbladet-2009-orgaos/</id>
    <updated>2026-10-30T00:00:00Z</updated>
    <summary>Em 17 de agosto de 2009, o jornal sueco Aftonbladet publicou um artigo de Donald Boström que insinuava que soldados israelenses matavam palestinos para retirar seus órgãos. O texto não trazia prova, e o próprio autor admitiu depois não ter evidência. Israel denunciou o artigo como libelo de sangue. O caso real do Instituto Abu Kabir, nos anos 1990, foi outro: retirada de tecidos de cadáveres sem consentimento, de israelenses, palestinos e estrangeiros, admitida e encerrada. O Hamas e redes de propaganda voltaram a usar a acusação em 2023.</summary>
  </entry>
  <entry>
    <title>A criança desnutrida da capa (2025): a foto de Gaza que omitiu as doenças do menino</title>
    <link href="https://jjo.org.br/desinformacao/caso-crianca-desnutrida-capa-2025/"/>
    <id>https://jjo.org.br/desinformacao/caso-crianca-desnutrida-capa-2025/</id>
    <updated>2026-10-30T00:00:00Z</updated>
    <summary>Em julho de 2025, a foto de Muhammad Zakariya Ayyoub al-Matouq, de cerca de 18 meses, muito magro no colo da mãe, saiu na primeira página do New York Times e de outros veículos como símbolo da fome em Gaza. Dias depois, o jornal publicou uma nota do editor. A nota reconheceu que o menino tinha problemas de saúde preexistentes no cérebro e no desenvolvimento muscular. O jornal apagou a frase de que ele nascera saudável, mas manteve a reportagem sobre a fome.</summary>
  </entry>
  <entry>
    <title>Os fotógrafos que estavam com o Hamas no 7 de outubro: o caso Hassan Eslaiah e as agências internacionais</title>
    <link href="https://jjo.org.br/desinformacao/caso-fotografos-7-de-outubro/"/>
    <id>https://jjo.org.br/desinformacao/caso-fotografos-7-de-outubro/</id>
    <updated>2026-10-30T00:00:00Z</updated>
    <summary>Em 8 de novembro de 2023, a HonestReporting mostrou que fotógrafos freelancers de Gaza, cujas imagens foram usadas por AP, Reuters, CNN e New York Times, registraram em tempo real a invasão de Israel pelos terroristas do Hamas. Um deles, Hassan Eslaiah, aparecia em foto anterior com Yahya Sinwar, líder do Hamas em Gaza. CNN e AP romperam com ele. As quatro redações negaram saber do ataque antes, e isso nunca foi comprovado. Documentos de 2025 mostram que a AP sabia dos laços de Eslaiah com o Hamas desde 2018.</summary>
  </entry>
  <entry>
    <title>O hospital al-Ahli: a explosão que o mundo atribuiu a Israel (2023)</title>
    <link href="https://jjo.org.br/desinformacao/caso-hospital-al-ahli-2023/"/>
    <id>https://jjo.org.br/desinformacao/caso-hospital-al-ahli-2023/</id>
    <updated>2026-10-30T00:00:00Z</updated>
    <summary>Na noite de 17 de outubro de 2023, uma explosão atingiu o pátio do hospital al-Ahli, em Gaza. O Ministério da Saúde de Gaza, controlado pelo Hamas, culpou Israel e falou em 500 mortos. Grandes jornais repetiram a acusação, houve protestos e a cúpula de Amã com Biden foi cancelada. Depois, EUA, Reino Unido, França e Canadá avaliaram que um foguete lançado de Gaza provavelmente causou a explosão. Os prédios ficaram de pé, o NYT e a BBC corrigiram a cobertura e o número de mortos nunca foi comprovado.</summary>
  </entry>
  <entry>
    <title>Líbano 2006: as fotos manipuladas da Reuters, Qana e a imprensa sob o controle do Hezbollah</title>
    <link href="https://jjo.org.br/desinformacao/caso-libano-2006-fotos-reuters-qana/"/>
    <id>https://jjo.org.br/desinformacao/caso-libano-2006-fotos-reuters-qana/</id>
    <updated>2026-10-30T00:00:00Z</updated>
    <summary>Na guerra de 2006 entre Israel e o Hezbollah, o fotógrafo libanês Adnan Hajj, freelancer da Reuters, manipulou duas fotos no Photoshop. Ele escureceu e duplicou a fumaça sobre Beirute e acrescentou dois sinalizadores a um caça israelense. A Reuters admitiu a fraude, encerrou o vínculo com ele e retirou suas 920 fotos do arquivo. Em Qana, a contagem inicial de 54 a 60 mortos caiu para 28 confirmados, segundo a Human Rights Watch. As mortes foram reais. A cobertura acontecia em áreas onde o Hezbollah controlava o acesso da imprensa.</summary>
  </entry>
  <entry>
    <title>Jenin em 2002: a alegação de 500 mortos não confirmada</title>
    <link href="https://jjo.org.br/desinformacao/caso-massacre-de-jenin-2002/"/>
    <id>https://jjo.org.br/desinformacao/caso-massacre-de-jenin-2002/</id>
    <updated>2026-10-30T00:00:00Z</updated>
    <summary>Em 29 de março de 2002, depois do atentado do Seder no Park Hotel de Netanya, Israel lançou a operação Escudo Defensivo. Suas forças entraram em Jenin em 3 de abril. Durante a operação, dirigentes da Autoridade Palestina, entre eles Saeb Erekat, acusaram as FDI de um massacre com cerca de 500 mortos no campo de Jenin, e parte da imprensa internacional repetiu a acusação. O relatório do secretário-geral da ONU (A/ES-10/186) registrou pelo menos 52 palestinos mortos, até metade possivelmente civis, e 23 soldados israelenses, com base nas informações disponíveis e sem investigação presencial da missão. Os 500 nunca foram comprovados. Human Rights Watch e Anistia não encontraram evidência de um massacre de centenas de civis, mas apontaram possíveis violações graves em episódios específicos.</summary>
  </entry>
  <entry>
    <title>O caso Muhammad al-Durrah (2000): a reportagem que acusou Israel sem prova nas imagens</title>
    <link href="https://jjo.org.br/desinformacao/caso-muhammad-al-durrah-2000/"/>
    <id>https://jjo.org.br/desinformacao/caso-muhammad-al-durrah-2000/</id>
    <updated>2026-10-30T00:00:00Z</updated>
    <summary>Em 30 de setembro de 2000, a France 2 exibiu imagens do cinegrafista Talal Abu Rahma, narradas por Charles Enderlin, que não estava no local. A reportagem atribuiu a Israel a morte de Muhammad al-Durrah, de 12 anos, no cruzamento de Netzarim, em Gaza. A cena virou ícone da Segunda Intifada. As imagens exibidas não mostram o disparo nem sua origem. Em 2013, uma comissão do governo de Israel concluiu que as acusações centrais não tinham base no material bruto. Quem disparou e o que aconteceu ao menino seguem sem prova conclusiva.</summary>
  </entry>
  <entry>
    <title>Quando a ONU mudou a apresentação dos números de mulheres e crianças mortas em Gaza (2024)</title>
    <link href="https://jjo.org.br/desinformacao/caso-onu-numeros-mulheres-criancas-2024/"/>
    <id>https://jjo.org.br/desinformacao/caso-onu-numeros-mulheres-criancas-2024/</id>
    <updated>2026-10-30T00:00:00Z</updated>
    <summary>Em maio de 2024, o OCHA, escritório humanitário da ONU, trocou a fonte da divisão dos mortos em Gaza por sexo e idade. Até 6 de maio, repetia cerca de 9.500 mulheres e 14.500 crianças, números do Gabinete de Mídia do governo do Hamas, cerca de 70% do total relatado. Em 8 de maio, a divisão passou a abranger só os mortos identificados pelo Ministério da Saúde de Gaza, controlado pelo Hamas: 4.959 mulheres e 7.797 crianças entre 24.686, cerca de 52% desse subconjunto. O total relatado continuou publicado. Cerca de 10 mil mortos seguiam sem identificação.</summary>
  </entry>
  <entry>
    <title>Funcionários da UNRWA no 7 de outubro: o que Israel mostrou e o que a ONU apurou</title>
    <link href="https://jjo.org.br/desinformacao/caso-unrwa-7-de-outubro/"/>
    <id>https://jjo.org.br/desinformacao/caso-unrwa-7-de-outubro/</id>
    <updated>2026-10-30T00:00:00Z</updated>
    <summary>Em janeiro de 2024, Israel entregou à ONU acusações contra 12 funcionários da UNRWA ligados ao ataque do Hamas de 7 de outubro. A UNRWA demitiu funcionários, e a ONU acabou investigando 19 casos. Em 5 de agosto de 2024, o OIOS, órgão de supervisão interna da ONU, encontrou evidências de possível participação em nove casos, sem estabelecer publicamente a participação efetiva; nos outros dez, não havia provas ou elas eram insuficientes. Os nove foram demitidos. Em fevereiro, as FDI mostraram um túnel com servidores sob a sede da agência em Gaza, atribuído por elas ao Hamas. A investigação não concluiu que Israel inventou as acusações: encontrou indícios de possível participação em nove casos, sem estabelecer publicamente a participação efetiva.</summary>
  </entry>
  <entry>
    <title>Cenas montadas para a câmera: o que foi provado, o que segue em disputa e o que é falso</title>
    <link href="https://jjo.org.br/desinformacao/cenas-montadas/"/>
    <id>https://jjo.org.br/desinformacao/cenas-montadas/</id>
    <updated>2026-10-30T00:00:00Z</updated>
    <summary>Há poucos casos de imagem fabricada contra Israel com prova documental. O mais sólido é o de 2006: a Reuters admitiu que o freelancer Adnan Hajj alterou digitalmente fotos da guerra do Líbano e retirou 920 imagens dele. No caso Muhammad al-Durrah (2000), uma comissão do governo de Israel concluiu que as acusações centrais da France 2 não tinham base no material bruto; essa conclusão foi contestada. Muitos vídeos virais de “Pallywood” eram filmes, reportagens antigas ou protestos no Egito, e não servem como prova.</summary>
  </entry>
  <entry>
    <title>Como a mentira contra Israel se espalha: do aparato do Hamas à imprensa brasileira</title>
    <link href="https://jjo.org.br/desinformacao/como-a-mentira-se-espalha/"/>
    <id>https://jjo.org.br/desinformacao/como-a-mentira-se-espalha/</id>
    <updated>2026-10-30T00:00:00Z</updated>
    <summary>A desinformação contra Israel percorre uma cadeia. Começa em Gaza, onde o Hamas e a Jihad Islâmica, segundo a RSF, impedem de trabalhar jornalistas suspeitos de colaborar com Israel, e onde o Ministério da Saúde de Gaza, controlado pelo Hamas, produz números sem verificação independente. Canais como a Al Jazeera amplificam. Redes falsas ligadas ao Irã e à Rússia, removidas por Meta e OpenAI, multiplicam. ONGs e órgãos da ONU repetem os números, e agências e a imprensa publicam antes de checar.</summary>
  </entry>
  <entry>
    <title>Como se fabrica uma mentira contra Israel: quem produz, as técnicas e por que a correção pode alcançar menos gente</title>
    <link href="https://jjo.org.br/desinformacao/"/>
    <id>https://jjo.org.br/desinformacao/</id>
    <updated>2026-10-30T00:00:00Z</updated>
    <summary>A desinformação contra Israel tem autores identificáveis: o Hamas e seu aparato de mídia, o Hezbollah, o Irã e redes de contas falsas. A essas fontes somam-se ativistas e veículos que repetem sem verificar. O Ministério da Saúde de Gaza, controlado pelo Hamas, é a origem de alegações não verificadas, como a acusação sobre o hospital al-Ahli, e de números que exigem avaliação metodológica. As técnicas documentadas se repetem: imagens de outras guerras, videogame, IA e acusações publicadas antes da apuração. Circulam rápido, muitas vezes antes da checagem. A correção chega depois e pode alcançar menos gente.</summary>
  </entry>
  <entry>
    <title>Cortes, legendas trocadas e traduções inventadas: como se distorce o que foi dito sobre Israel</title>
    <link href="https://jjo.org.br/desinformacao/cortes-legendas-traducoes/"/>
    <id>https://jjo.org.br/desinformacao/cortes-legendas-traducoes/</id>
    <updated>2026-10-30T00:00:00Z</updated>
    <summary>Cortar um vídeo, trocar a legenda ou inventar a tradução muda o sentido de uma fala que o público não entende no original. Reuters e AP documentaram legendas falsas sobre um policial israelense, Netanyahu, Putin e Erdoğan. A fala de Netanyahu sobre Amalek citava Deuteronômio 25:17, um dever de lembrar, e circulou como ordem de extermínio. No sentido oposto, Ghazi Hamad, dirigente do Hamas, prometeu em árabe repetir o 7 de outubro, numa entrevista traduzida pela MEMRI e noticiada por Reuters e Jerusalem Post.</summary>
  </entry>
  <entry>
    <title>O que ensinam as escolas e a TV oficial da Autoridade Palestina</title>
    <link href="https://jjo.org.br/desinformacao/escolas-e-tv-da-autoridade-palestina/"/>
    <id>https://jjo.org.br/desinformacao/escolas-e-tv-da-autoridade-palestina/</id>
    <updated>2026-10-30T00:00:00Z</updated>
    <summary>Os livros didáticos da Autoridade Palestina, usados também nas escolas da UNRWA, inserem violência, martírio e jihad em todas as séries e omitem qualquer presença judaica histórica, segundo a IMPACT-se. O estudo encomendado pela Comissão Europeia ao Instituto Georg Eckert, publicado em 18 de junho de 2021, confirmou mapas que não reconhecem Israel de modo consistente e a falta de educação para a paz, em linguagem mais moderada. Na TV, o Hamas usou o personagem Farfour para pregar martírio a crianças. A AP pagou salários a presos e a famílias de terroristas.</summary>
  </entry>
  <entry>
    <title>Escudos humanos: o uso militar de hospitais e escolas pelo Hamas e o que está provado</title>
    <link href="https://jjo.org.br/desinformacao/escudos-humanos/"/>
    <id>https://jjo.org.br/desinformacao/escudos-humanos/</id>
    <updated>2026-10-30T00:00:00Z</updated>
    <summary>Há registros documentados de uso militar de hospitais, escolas e prédios da ONU em Gaza. A UNRWA admitiu armas escondidas em suas escolas em 2014. A inteligência dos EUA avaliou com alta confiança o uso militar do Al-Shifa pelo Hamas e pela Jihad Islâmica. As FDI mostraram túneis sob hospitais e sob a sede da UNRWA. Dirigentes do Hamas falaram em público de civis como escudos. O Protocolo I, arts. 51(7) e 58, proíbe a prática. A ideia de que o Hamas depois explora as vítimas como propaganda é uma interpretação, que deve ser avaliada caso a caso.</summary>
  </entry>
  <entry>
    <title>Foto ou vídeo de outra guerra apresentado como Gaza: como funciona a reciclagem de imagens e como desmontá-la</title>
    <link href="https://jjo.org.br/desinformacao/imagem-de-outra-guerra/"/>
    <id>https://jjo.org.br/desinformacao/imagem-de-outra-guerra/</id>
    <updated>2026-10-30T00:00:00Z</updated>
    <summary>Reciclar imagens é pegar uma foto ou um vídeo verdadeiro de outro lugar ou de outra época, como a guerra da Síria, o Iraque, um filme ou um videogame, e postar com a legenda “Gaza agora”. Na guerra iniciada pelo Hamas em 7 de outubro de 2023, a Reuters mostrou que um vídeo de hospital bombardeado em Alepo, em 2016, circulou como ataque de Israel em Gaza. AFP, AP e Aos Fatos documentaram outros casos. A busca reversa de imagem é o primeiro teste para achar a publicação anterior.</summary>
  </entry>
  <entry>
    <title>Libelos antigos com roupa nova: do libelo de sangue ao “lobby sionista”</title>
    <link href="https://jjo.org.br/desinformacao/libelos-antigos-roupa-nova/"/>
    <id>https://jjo.org.br/desinformacao/libelos-antigos-roupa-nova/</id>
    <updated>2026-10-30T00:00:00Z</updated>
    <summary>Libelos antigos com roupa nova são acusações medievais contra judeus recicladas contra Israel. O libelo de sangue, nascido em Norwich em 1144, pode voltar em frases como “Israel mata crianças de propósito” ou “Israel rouba órgãos”, quando elas atribuem a Israel crueldade inerente, prazer, ritual ou conspiração coletiva em vez de apresentar provas de casos específicos. O envenenamento de poços da Peste Negra, em 1348, volta como “Israel envenena a água”. Os Protocolos dos Sábios de Sião, falsificação exposta pelo Times de Londres em 1921, voltam como “o lobby sionista controla o mundo”. Pela definição da IHRA, usar esses tropos para caracterizar Israel ou israelenses é antissemitismo.</summary>
  </entry>
  <entry>
    <title>Negar ou inverter o 7 de outubro: as formas da mentira e as provas que a derrubam</title>
    <link href="https://jjo.org.br/desinformacao/negar-o-7-de-outubro/"/>
    <id>https://jjo.org.br/desinformacao/negar-o-7-de-outubro/</id>
    <updated>2026-10-30T00:00:00Z</updated>
    <summary>A negação do 7 de outubro tenta apagar ou inverter o massacre cometido por terroristas do Hamas em 7 de outubro de 2023, que matou cerca de 1.200 pessoas e levou 251 reféns. Ela aparece em várias formas, que podem coexistir: “foi armação”, “foi a Diretiva Hannibal”, “eram atores”, “as imagens são IA”, “não houve violência sexual” e “eram só militares”. Ao lado delas circula a justificação de que “foi resistência”. Cada uma cai diante das provas: vídeos gravados pelos próprios terroristas, mais de 14.000 testes de DNA, testemunhos de sobreviventes e o relatório da ONU de março de 2024.</summary>
  </entry>
  <entry>
    <title>Números sem auditoria independente: como o Ministério da Saúde de Gaza, controlado pelo Hamas, conta os mortos</title>
    <link href="https://jjo.org.br/desinformacao/numeros-sem-verificacao/"/>
    <id>https://jjo.org.br/desinformacao/numeros-sem-verificacao/</id>
    <updated>2026-10-30T00:00:00Z</updated>
    <summary>O Ministério da Saúde de Gaza, controlado pelo Hamas, divulga contagens de mortos sem auditoria independente integral. A lista não separa civis de combatentes, não informa a causa da morte e mudou de método durante a guerra: de corpos registrados em hospitais para relatos de mídia e formulários online. Em maio de 2024, a ONU passou a usar apenas mortos plenamente identificados no detalhamento por sexo e idade, mantendo o total geral reportado. As cifras de mulheres e crianças, antes estimadas pelo Gabinete de Mídia do governo do Hamas, caíram quase pela metade. O total seguiu acima de 35 mil.</summary>
  </entry>
  <entry>
    <title>O primeiro título: a acusação contra Israel chega antes da verificação</title>
    <link href="https://jjo.org.br/desinformacao/o-primeiro-titulo/"/>
    <id>https://jjo.org.br/desinformacao/o-primeiro-titulo/</id>
    <updated>2026-10-30T00:00:00Z</updated>
    <summary>Em 17 de outubro de 2023, o Ministério da Saúde de Gaza, controlado pelo Hamas, acusou Israel de bombardear o hospital al-Ahli e matar 500 pessoas. No mesmo dia, o New York Times e a Reuters puseram a acusação na manchete. Depois, a AP e o próprio Times avaliaram que a causa mais provável era um foguete palestino. Os veículos alteraram suas manchetes; em 23 de outubro, seis dias após a explosão, o NYT publicou também uma nota dos editores. Estudo do MIT de 2018 mostra o peso disso: no Twitter, falsidades tiveram 70% mais chance de ser retuitadas.</summary>
  </entry>
  <entry>
    <title>Palavras invertidas: como “genocídio”, “apartheid”, “colonialismo” e “resistência” são usadas contra Israel</title>
    <link href="https://jjo.org.br/desinformacao/palavras-invertidas/"/>
    <id>https://jjo.org.br/desinformacao/palavras-invertidas/</id>
    <updated>2026-10-30T00:00:00Z</updated>
    <summary>Genocídio e apartheid são crimes com definição jurídica precisa. Genocídio exige a intenção específica de destruir um grupo enquanto tal. Apartheid exige um regime de dominação sistemática de um grupo racial sobre outro. Nenhum tribunal condenou Israel por nenhum dos dois. Em janeiro de 2024, a Corte Internacional de Justiça impôs medidas provisórias; nessa fase, não decidiu se houve violações da Convenção nem julgou definitivamente a ocorrência de genocídio. A fórmula “sionismo é racismo” foi aprovada pela ONU em 1975, com forte impulso soviético, e revogada em 1991. Chamar o massacre de civis de “resistência” não o torna legal.</summary>
  </entry>
  <entry>
    <title>Real ou montado? Quiz com casos reais de desinformação sobre Israel</title>
    <link href="https://jjo.org.br/desinformacao/real-ou-montado/"/>
    <id>https://jjo.org.br/desinformacao/real-ou-montado/</id>
    <updated>2026-10-30T00:00:00Z</updated>
    <summary>Dez perguntas sobre o que circulou em casos reais e o que a checagem encontrou.</summary>
  </entry>
  <entry>
    <title>Israel ajuda o mundo: resgates e ajuda humanitária em desastres</title>
    <link href="https://jjo.org.br/fatos/ajuda-israelense-no-mundo/"/>
    <id>https://jjo.org.br/fatos/ajuda-israelense-no-mundo/</id>
    <updated>2026-10-30T00:00:00Z</updated>
    <summary>Israel envia equipes de resgate, hospitais de campanha e suprimentos a países atingidos por desastres desde 1953. Naquele ano, as Forças de Defesa de Israel atuaram no terremoto de Cefalônia, na Grécia. A ajuda envolve a agência estatal MASHAV, criada em 1958, o Comando da Frente Interna e ONGs como a IsraAID. Houve missões no Haiti, no Nepal, no México, na Turquia e em Brumadinho, no Brasil.</summary>
  </entry>
  <entry>
    <title>Os cristãos em Israel: uma comunidade cristã que cresce enquanto a região se esvazia</title>
    <link href="https://jjo.org.br/fatos/cristaos-em-israel/"/>
    <id>https://jjo.org.br/fatos/cristaos-em-israel/</id>
    <updated>2026-10-30T00:00:00Z</updated>
    <summary>Israel tem cerca de 184,2 mil cristãos, aproximadamente 1,9% da população, segundo o Bureau Central de Estatísticas de Israel na véspera do Natal de 2025. A maioria é árabe e vive na Galileia, em Haifa e em Jerusalém. No Iraque e na Síria, guerras e grupos jihadistas esvaziaram comunidades inteiras. Em Israel, os cristãos crescem em números absolutos desde 1948, com liberdade de culto protegida por lei.</summary>
  </entry>
  <entry>
    <title>Hebron: a cidade dos patriarcas e a presença judaica</title>
    <link href="https://jjo.org.br/fatos/hebron/"/>
    <id>https://jjo.org.br/fatos/hebron/</id>
    <updated>2026-10-30T00:00:00Z</updated>
    <summary>Hebron fica nas colinas da Judeia, ao sul de Jerusalém, na região de Judeia e Samaria. Ali está a Caverna de Macpela. A tradição situa nela os túmulos de Abraão e Sara, Isaac e Rebeca, Jacó e Lia. Foi a primeira capital do rei Davi, e a presença judaica ali é muito antiga: atravessou restrições e o massacre de 1929 e foi retomada a partir de 1968.</summary>
  </entry>
  <entry>
    <title>Números de Gaza: de onde vêm e como ler</title>
    <link href="https://jjo.org.br/fatos/numeros-de-gaza/"/>
    <id>https://jjo.org.br/fatos/numeros-de-gaza/</id>
    <updated>2026-10-30T00:00:00Z</updated>
    <summary>Os números de mortos em Gaza vêm do Ministério da Saúde de Gaza, controlado pelo Hamas. Ele reúne registros de hospitais, necrotérios e familiares. A ONU e a Reuters usam esse total, mas não o auditam caso a caso. O total não separa civis de combatentes. As FDI afirmam ter matado mais de 24 mil terroristas. Para ler qualquer número, confira a fonte, a data e quantos mortos foram identificados.</summary>
  </entry>
  <entry>
    <title>&quot;A maioria dos judeus americanos é contra Israel&quot;: falso</title>
    <link href="https://jjo.org.br/mitos/a-maioria-dos-judeus-americanos-e-contra/"/>
    <id>https://jjo.org.br/mitos/a-maioria-dos-judeus-americanos-e-contra/</id>
    <updated>2026-10-30T00:00:00Z</updated>
    <summary>FALSO. Falso. Pelo Pew Research Center (2020), 82% dos judeus americanos dizem que se importar com Israel é parte importante ou essencial de ser judeu; entre os de 18 a 29 anos, 71%. O Gallup concluiu em 2019 que 95% têm visão favorável de Israel. Criticar um governo israelense não é ser contra o país.</summary>
  </entry>
  <entry>
    <title>A maioria dos países do mundo não reconhece Israel: falso</title>
    <link href="https://jjo.org.br/mitos/a-maioria-dos-paises-do-mundo-nao/"/>
    <id>https://jjo.org.br/mitos/a-maioria-dos-paises-do-mundo-nao/</id>
    <updated>2026-10-30T00:00:00Z</updated>
    <summary>FALSO. Falso. Israel é membro pleno da ONU desde 11 de maio de 1949, pela Resolução 273 (III). Mais de 165 dos 193 Estados-membros, mais de 85%, mantêm relações diplomáticas com Israel, incluindo Brasil, Estados Unidos, toda a União Europeia, Índia e China. Cerca de 28 países, menos de 15%, não mantêm.</summary>
  </entry>
  <entry>
    <title>Israel criou o Hamas</title>
    <link href="https://jjo.org.br/mitos/israel-criou-o-hamas/"/>
    <id>https://jjo.org.br/mitos/israel-criou-o-hamas/</id>
    <updated>2026-10-30T00:00:00Z</updated>
    <summary>ENGANOSO. Enganoso. O Hamas foi fundado em dezembro de 1987 por Ahmed Yassin e outros islamistas palestinos, como braço da Irmandade Muçulmana, segundo a própria carta do grupo. Israel tolerou a rede social de Yassin nos anos 1970 e, depois, permitiu repasses do Catar a Gaza. Tolerar e permitir não é criar. Israel prendeu, deportou e combateu o Hamas.</summary>
  </entry>
  <entry>
    <title>Israel é só um porta-aviões dos EUA no Oriente Médio: aliança não é vassalagem</title>
    <link href="https://jjo.org.br/mitos/israel-e-so-um-porta-avioes-dos/"/>
    <id>https://jjo.org.br/mitos/israel-e-so-um-porta-avioes-dos/</id>
    <updated>2026-10-30T00:00:00Z</updated>
    <summary>ENGANOSO. Enganoso. Os EUA são o maior aliado militar de Israel e preveem US$ 38 bilhões em ajuda entre 2019 e 2028. Mas Israel tem governo, Forças de Defesa, indústria e política externa próprios. Venceu a Guerra de Independência de 1948 sob embargo americano e contrariou Washington várias vezes. É uma aliança, não vassalagem.</summary>
  </entry>
  <entry>
    <title>Israel foi banido da Copa do Mundo e das Olimpíadas?</title>
    <link href="https://jjo.org.br/mitos/israel-foi-banido-da-copa-do-mundo/"/>
    <id>https://jjo.org.br/mitos/israel-foi-banido-da-copa-do-mundo/</id>
    <updated>2026-10-30T00:00:00Z</updated>
    <summary>FALSO. Falso. Israel não foi banido da Copa do Mundo nem das Olimpíadas. Atletas israelenses competiram em Paris 2024, e o COI recusou equiparar Israel à Rússia. Na FIFA, dirigentes do futebol palestino pediram a suspensão em 2024, mas a entidade encomendou parecer jurídico e adiou a decisão. Pedir banimento não é ser banido.</summary>
  </entry>
  <entry>
    <title>Israel viola mais resoluções da ONU do que qualquer outro país</title>
    <link href="https://jjo.org.br/mitos/israel-viola-resolucoes-onu/"/>
    <id>https://jjo.org.br/mitos/israel-viola-resolucoes-onu/</id>
    <updated>2026-10-30T00:00:00Z</updated>
    <summary>ENGANOSO. Enganoso. Israel é alvo de muitas resoluções da ONU, mas a maioria vem da Assembleia Geral, que recomenda e não obriga. Ser o país mais condenado não é o mesmo que violar mais resoluções. Não existe ranking oficial de violações, e Israel nunca sofreu sanções coercitivas do Conselho de Segurança sob o Capítulo VII.</summary>
  </entry>
  <entry>
    <title>O Dilúvio de Al-Aqsa foi uma operação militar contra o exército?</title>
    <link href="https://jjo.org.br/mitos/o-diluvio-de-al-aqsa-foi-uma/"/>
    <id>https://jjo.org.br/mitos/o-diluvio-de-al-aqsa-foi-uma/</id>
    <updated>2026-10-30T00:00:00Z</updated>
    <summary>ENGANOSO. Enganoso. O Hamas atacou bases das Forças de Defesa de Israel em 7 de outubro de 2023, mas também invadiu kibutzim, uma cidade e um festival de música. A Comissão de Inquérito da ONU identificou pelo menos 809 civis e 314 militares entre os mortos e concluiu que os civis foram atacados sabendo que eram civis.</summary>
  </entry>
  <entry>
    <title>O Irã tem uma fatwa que proíbe a bomba atômica, então não quer arma nuclear</title>
    <link href="https://jjo.org.br/mitos/o-ira-tem-uma-fatwa-que-proibe/"/>
    <id>https://jjo.org.br/mitos/o-ira-tem-uma-fatwa-que-proibe/</id>
    <updated>2026-10-30T00:00:00Z</updated>
    <summary>ENGANOSO. Enganoso. Teerã atribui a Khamenei uma posição religiosa contra armas nucleares, mas não há texto formal localizado nos sites oficiais dele. Pela doutrina do regime, o interesse do Estado se sobrepõe à religião. O Irã escondeu Natanz e Fordow, manteve o Plano Amad e enriqueceu urânio a 60%. Em 2024, um assessor admitiu que a doutrina pode mudar.</summary>
  </entry>
  <entry>
    <title>A ONU já decidiu que sionismo é racismo</title>
    <link href="https://jjo.org.br/mitos/onu-sionismo-racismo-resolucao-3379/"/>
    <id>https://jjo.org.br/mitos/onu-sionismo-racismo-resolucao-3379/</id>
    <updated>2026-10-30T00:00:00Z</updated>
    <summary>FALSO · antissemitismo pelo critério IHRA. Falso. A Assembleia Geral da ONU aprovou a Resolução 3379 em 10 de novembro de 1975, dizendo que o sionismo seria “uma forma de racismo e discriminação racial”. Em 16 de dezembro de 1991, a mesma Assembleia revogou expressamente esse texto pela Resolução 46/86, por 111 votos a 25, com 13 abstenções. Não há decisão em vigor.</summary>
  </entry>
  <entry>
    <title>Os árabes aceitaram a partilha de 1947 e os judeus recusaram?</title>
    <link href="https://jjo.org.br/mitos/os-arabes-aceitaram-a-partilha-de-1947/"/>
    <id>https://jjo.org.br/mitos/os-arabes-aceitaram-a-partilha-de-1947/</id>
    <updated>2026-10-30T00:00:00Z</updated>
    <summary>FALSO. Falso. Em 29 de novembro de 1947, a Assembleia Geral da ONU aprovou a Resolução 181 por 33 votos a 13, com 10 abstenções. A Agência Judaica aceitou o plano, mesmo com reservas. O Alto Comitê Árabe e a Liga Árabe rejeitaram a partilha por inteiro e partiram para a guerra.</summary>
  </entry>
  <entry>
    <title>Potência ocupante não tem direito à legítima defesa: o que diz o direito internacional</title>
    <link href="https://jjo.org.br/mitos/potencia-ocupante-nao-tem-direito-a-legitima/"/>
    <id>https://jjo.org.br/mitos/potencia-ocupante-nao-tem-direito-a-legitima/</id>
    <updated>2026-10-30T00:00:00Z</updated>
    <summary>ENGANOSO. Enganoso. O artigo 51 da Carta da ONU reconhece o “direito inerente” de legítima defesa de qualquer Estado-membro atacado e não abre exceção para potência ocupante. A frase vem de leitura parcial do parecer consultivo da CIJ de 2004, que no § 141 disse que Israel tem “o direito e, na verdade, o dever” de proteger seus cidadãos.</summary>
  </entry>
  <entry>
    <title>Nunca existiu um país chamado “Palestina”</title>
    <link href="https://jjo.org.br/entenda/nunca-existiu-pais-palestina/"/>
    <id>https://jjo.org.br/entenda/nunca-existiu-pais-palestina/</id>
    <updated>2026-10-30T00:00:00Z</updated>
    <summary>Nunca existiu um país chamado “Palestina”. O nome designou uma região já citada por Heródoto, depois províncias romanas e bizantinas e um distrito militar dos califados. No fim do período otomano, a área estava dividida principalmente entre o Mutasarrifado de Jerusalém e os sanjaks de Nablus e Acre. De 1920 a 1948 foi o Mandato Britânico, cujas moedas traziam em hebraico a sigla de Eretz Israel. O “Estado da Palestina” proclamado em 1988 é um ato político posterior, de status jurídico debatido. Havia, e há, um povo palestino.</summary>
  </entry>
  <entry>
    <title>O que aconteceu em 7 de outubro de 2023?</title>
    <link href="https://jjo.org.br/fatos/7-de-outubro/"/>
    <id>https://jjo.org.br/fatos/7-de-outubro/</id>
    <updated>2026-10-27T00:00:00Z</updated>
    <summary>Em 7 de outubro de 2023, por volta das 6h30, terroristas do Hamas e de outros grupos invadiram o sul de Israel a partir de Gaza, sob uma barragem de milhares de foguetes. Eles atacaram kibutzim, cidades, bases militares e o festival Nova. Cerca de 1.200 pessoas foram mortas, a maioria civis, e 251 foram sequestradas para Gaza. Esse ataque deu início à guerra.</summary>
  </entry>
  <entry>
    <title>Antissemitismo de esquerda: como acontece e como reconhecer</title>
    <link href="https://jjo.org.br/entenda/antissemitismo-de-esquerda/"/>
    <id>https://jjo.org.br/entenda/antissemitismo-de-esquerda/</id>
    <updated>2026-10-27T00:00:00Z</updated>
    <summary>Antissemitismo de esquerda é o preconceito contra judeus que aparece em setores da esquerda disfarçado de antirracismo, anticolonialismo ou defesa de direitos humanos. Ele se reconhece pelo conteúdo, não pelo rótulo. São sinais: culpar judeus pelas ações de Israel, usar “sionista” como sinônimo de judeu, comparar israelenses a nazistas, aplicar a Israel um duplo padrão ou negar só aos judeus a autodeterminação, segundo a IHRA.</summary>
  </entry>
  <entry>
    <title>Antissemitismo no Brasil da era Vargas: as circulares secretas e Olga Benário</title>
    <link href="https://jjo.org.br/fatos/antissemitismo-era-vargas/"/>
    <id>https://jjo.org.br/fatos/antissemitismo-era-vargas/</id>
    <updated>2026-10-27T00:00:00Z</updated>
    <summary>Na Era Vargas, o Brasil praticou antissemitismo de Estado de forma sigilosa. A Circular Secreta nº 1.127, de 7 de junho de 1937, mandou o Itamaraty negar vistos a pessoas de &quot;origem étnica semítica&quot;. Um ano antes, em 1936, o governo expulsou Olga Benário para a Alemanha nazista. Ela era comunista alemã de origem judaica e estava grávida. Foi morta na câmara de gás de Bernburg em 1942.</summary>
  </entry>
  <entry>
    <title>Antissemitismo em grupos islamistas: Hamas, Irã e Hezbollah</title>
    <link href="https://jjo.org.br/entenda/antissemitismo-islamista/"/>
    <id>https://jjo.org.br/entenda/antissemitismo-islamista/</id>
    <updated>2026-10-27T00:00:00Z</updated>
    <summary>Sim. O antissemitismo está documentado nos textos e atos desses grupos. A carta do Hamas de 1988 cita os Protocolos dos Sábios de Sião e um hadith sobre matar judeus. O regime iraniano promoveu a negação do Holocausto, como na conferência de Teerã em 2006. O Hezbollah difundiu propaganda antijudaica e é apontado como autor do atentado à AMIA, em 1994. Isso não representa os muçulmanos em geral.</summary>
  </entry>
  <entry>
    <title>Antissemitismo nas redes sociais: como aparece e o que fazer</title>
    <link href="https://jjo.org.br/entenda/antissemitismo-nas-redes/"/>
    <id>https://jjo.org.br/entenda/antissemitismo-nas-redes/</id>
    <updated>2026-10-27T00:00:00Z</updated>
    <summary>O antissemitismo nas redes aparece em teorias de controle judaico da mídia, em memes como o Happy Merchant, em códigos como (((nome))) e no uso de “sionista” como xingamento para judeus. Cresceu após o ataque do Hamas em 7 de outubro de 2023. No Brasil, 73% das 1.788 denúncias de 2024 foram digitais. O que fazer: guardar provas, denunciar à plataforma e à CONIB/FISESP e, se houver ameaça, à polícia.</summary>
  </entry>
  <entry>
    <title>Antissemitismo no Brasil: o que dizem os dados</title>
    <link href="https://jjo.org.br/entenda/antissemitismo-no-brasil/"/>
    <id>https://jjo.org.br/entenda/antissemitismo-no-brasil/</id>
    <updated>2026-10-27T00:00:00Z</updated>
    <summary>As denúncias de antissemitismo no Brasil subiram muito depois de 7 de outubro de 2023. Segundo a Conib e a Fisesp, foram 1.684 denúncias em 2023 e 1.788 em 2024, o maior número da série. Em 2025, o relatório validou 989 casos, 80,9% deles on-line. Pesquisas da ADL e da Conib mostram estereótipos persistentes. Uma denúncia, porém, não equivale a crime confirmado.</summary>
  </entry>
  <entry>
    <title>O BDS no Brasil: o que é o boicote a Israel e por que ele é antissemita</title>
    <link href="https://jjo.org.br/fatos/bds-no-brasil/"/>
    <id>https://jjo.org.br/fatos/bds-no-brasil/</id>
    <updated>2026-10-27T00:00:00Z</updated>
    <summary>O BDS (Boicote, Desinvestimento e Sanções) é uma campanha global lançada em 9 de julho de 2005. Ela busca isolar Israel econômica, acadêmica e culturalmente. No Brasil, atua por meio de sindicatos, movimentos sociais e universidades. É considerado antissemita porque suas exigências, como o retorno em massa de refugiados e descendentes, levariam ao fim de Israel como Estado judeu. Pelo critério da IHRA, negar o direito de Israel existir é antissemitismo.</summary>
  </entry>
  <entry>
    <title>Os beduínos em Israel: Negev, cidades e serviço militar</title>
    <link href="https://jjo.org.br/fatos/beduinos-em-israel/"/>
    <id>https://jjo.org.br/fatos/beduinos-em-israel/</id>
    <updated>2026-10-27T00:00:00Z</updated>
    <summary>Os beduínos em Israel são cidadãos israelenses, em sua maioria árabes muçulmanos de tradição tribal e originalmente nômade. Cerca de 280 mil vivem no Negev, no sul, onde Rahat é a maior cidade. Há comunidades menores na Galileia. São isentos do serviço militar obrigatório, mas parte deles se voluntaria nas FDI, sobretudo como rastreadores. Em 7 de outubro de 2023, terroristas do Hamas mataram e sequestraram beduínos.</summary>
  </entry>
  <entry>
    <title>Camp David 2000: a oferta de Barak e a recusa de Arafat</title>
    <link href="https://jjo.org.br/fatos/camp-david-2000/"/>
    <id>https://jjo.org.br/fatos/camp-david-2000/</id>
    <updated>2026-10-27T00:00:00Z</updated>
    <summary>A Cúpula de Camp David reuniu Ehud Barak, Yasser Arafat e Bill Clinton de 11 a 25 de julho de 2000. Barak propôs um Estado palestino em toda Gaza e em cerca de 88% a 92% de Judeia e Samaria, com administração palestina em bairros árabes de Jerusalém. Arafat recusou e não apresentou contraproposta. A cúpula terminou sem acordo.</summary>
  </entry>
  <entry>
    <title>O que é comida kosher?</title>
    <link href="https://jjo.org.br/entenda/comida-kosher/"/>
    <id>https://jjo.org.br/entenda/comida-kosher/</id>
    <updated>2026-10-27T00:00:00Z</updated>
    <summary>Comida kosher é o alimento permitido e preparado conforme a kashrut, o conjunto de leis alimentares judaicas com base na Torá. “Kosher” significa “adequado”. As regras principais são estas: só mamíferos que ruminam e têm casco fendido, peixes com barbatanas e escamas e aves aceitas pela tradição. Os animais passam por abate ritual (shechitá) e remoção do sangue. Carne e leite ficam sempre separados.</summary>
  </entry>
  <entry>
    <title>Corte Internacional de Justiça e Israel: o que a Corte decidiu e o que não decidiu</title>
    <link href="https://jjo.org.br/fatos/corte-internacional-de-justica/"/>
    <id>https://jjo.org.br/fatos/corte-internacional-de-justica/</id>
    <updated>2026-10-27T00:00:00Z</updated>
    <summary>Não. A Corte Internacional de Justiça não condenou Israel por genocídio. No caso aberto pela África do Sul em 29 de dezembro de 2023, a CIJ emitiu em 2024 apenas medidas provisórias. Elas não são sentença, e o mérito segue pendente. Em julho de 2024, a Corte deu um parecer consultivo, não vinculante, sobre a presença israelense em Judeia e Samaria, Jerusalém Oriental e Gaza. Israel rejeita as acusações.</summary>
  </entry>
  <entry>
    <title>Cultura israelense: música, cinema, séries e literatura</title>
    <link href="https://jjo.org.br/fatos/cultura-israelense/"/>
    <id>https://jjo.org.br/fatos/cultura-israelense/</id>
    <updated>2026-10-27T00:00:00Z</updated>
    <summary>A cultura israelense combina tradições ocidentais modernas com raízes do Oriente Médio, reflexo de uma população diversa. Na música, destacam-se o estilo mizrahi, Ofra Haza e Dana International, vencedora do Eurovision em 1998. O cinema produziu 44 longas-metragens em 2023. Séries como Fauda circulam pelo mundo. Na literatura, Amos Oz é referência, e o país publicou 6.039 títulos de livros em 2023.</summary>
  </entry>
  <entry>
    <title>A Declaração Balfour (1917) e o Mandato Britânico (1922)</title>
    <link href="https://jjo.org.br/fatos/declaracao-balfour-e-mandato/"/>
    <id>https://jjo.org.br/fatos/declaracao-balfour-e-mandato/</id>
    <updated>2026-10-27T00:00:00Z</updated>
    <summary>A Declaração Balfour, de 2 de novembro de 1917, foi a carta em que o governo britânico apoiou o estabelecimento de um lar nacional para o povo judeu e prometeu proteger os direitos civis e religiosos das comunidades não judaicas. O Mandato Britânico, aprovado pela Liga das Nações em 24 de julho de 1922, transformou esse compromisso em obrigação internacional e reconheceu a conexão histórica do povo judeu com a terra.</summary>
  </entry>
  <entry>
    <title>O que é a definição de antissemitismo da IHRA?</title>
    <link href="https://jjo.org.br/entenda/definicao-ihra/"/>
    <id>https://jjo.org.br/entenda/definicao-ihra/</id>
    <updated>2026-10-27T00:00:00Z</updated>
    <summary>A definição de antissemitismo da IHRA é um texto de referência, não juridicamente vinculante. A Aliança Internacional para a Memória do Holocausto adotou o texto em 26 de maio de 2016, em Bucareste. Ele diz que o antissemitismo é uma determinada percepção dos judeus, que pode se exprimir como ódio, e traz 11 exemplos. O texto afirma que criticar Israel como qualquer outro país não é antissemitismo.</summary>
  </entry>
  <entry>
    <title>Como denunciar antissemitismo no Facebook: passo a passo</title>
    <link href="https://jjo.org.br/aja/denunciar-facebook/"/>
    <id>https://jjo.org.br/aja/denunciar-facebook/</id>
    <updated>2026-10-27T00:00:00Z</updated>
    <summary>Para denunciar antissemitismo no Facebook, toque nos três pontos (…) da publicação, do comentário, do perfil ou da página. Escolha “Denunciar” e marque “Discurso de ódio”, indicando que o ataque mira judeus por religião, etnia ou nacionalidade. Antes disso, salve prints e o link. Se houver ameaça ou possível crime, denuncie também à SaferNet Brasil, que aceita denúncia anônima, e registre ocorrência na polícia.</summary>
  </entry>
  <entry>
    <title>Como denunciar antissemitismo no Instagram: passo a passo</title>
    <link href="https://jjo.org.br/aja/denunciar-instagram/"/>
    <id>https://jjo.org.br/aja/denunciar-instagram/</id>
    <updated>2026-10-27T00:00:00Z</updated>
    <summary>Para denunciar antissemitismo no Instagram, toque nos três pontos da publicação, do Story ou do perfil. Em comentários e mensagens, segure o conteúdo. Escolha Denunciar e selecione Discurso de ódio ou símbolos. Antes, salve capturas de tela, o link e o horário. Se houver ameaça, neonazismo ou incitação à violência, denuncie também à SaferNet Brasil e à polícia. Em caso de perigo imediato, ligue 190.</summary>
  </entry>
  <entry>
    <title>Como denunciar antissemitismo no TikTok: passo a passo</title>
    <link href="https://jjo.org.br/aja/denunciar-tiktok/"/>
    <id>https://jjo.org.br/aja/denunciar-tiktok/</id>
    <updated>2026-10-27T00:00:00Z</updated>
    <summary>Para denunciar antissemitismo no TikTok, salve antes prints, links, nomes de usuário e datas. Depois, toque em Compartilhar ou segure o dedo sobre o vídeo, comentário ou perfil, escolha Denunciar e selecione Discurso de ódio, indicando ataque por religião ou etnia. Se o conteúdo público puder ser crime, denuncie também à SaferNet Brasil. Em caso de ameaça, registre ocorrência na polícia ou ligue 190.</summary>
  </entry>
  <entry>
    <title>Como denunciar antissemitismo no WhatsApp: passo a passo</title>
    <link href="https://jjo.org.br/aja/denunciar-whatsapp/"/>
    <id>https://jjo.org.br/aja/denunciar-whatsapp/</id>
    <updated>2026-10-27T00:00:00Z</updated>
    <summary>Para denunciar antissemitismo no WhatsApp, toque e segure a mensagem ofensiva e escolha “Denunciar”. Para um contato ou grupo, toque no nome no topo da tela e selecione “Denunciar”. O WhatsApp recebe até cinco mensagens recentes, e o remetente não é avisado. Antes, guarde capturas de tela. Em casos de racismo, ameaça ou neonazismo, denuncie também à SaferNet Brasil e à Polícia Civil.</summary>
  </entry>
  <entry>
    <title>As Forças de Defesa de Israel e o serviço militar</title>
    <link href="https://jjo.org.br/fatos/fdi-servico-militar/"/>
    <id>https://jjo.org.br/fatos/fdi-servico-militar/</id>
    <updated>2026-10-27T00:00:00Z</updated>
    <summary>As Forças de Defesa de Israel (FDI) foram criadas em 28 de maio de 1948. São o único exército do Estado e respondem ao governo civil. Aos 18 anos, o serviço é obrigatório para cidadãos judeus, homens e mulheres, e para homens drusos e circassianos. Homens servem de 32 a 36 meses e mulheres, 24 meses. Depois, muitos seguem na reserva.</summary>
  </entry>
  <entry>
    <title>As flotilhas para Gaza: o que são e o que dizem os fatos</title>
    <link href="https://jjo.org.br/fatos/flotilhas-para-gaza/"/>
    <id>https://jjo.org.br/fatos/flotilhas-para-gaza/</id>
    <updated>2026-10-27T00:00:00Z</updated>
    <summary>As flotilhas para Gaza são comboios de barcos organizados por ativistas e ONGs para desafiar o bloqueio naval que Israel mantém desde janeiro de 2009, após a tomada de Gaza pelo Hamas. Os casos mais conhecidos são o Mavi Marmara (2010), o Madleen e a Flotilha Global Sumud (2025). Todas foram interceptadas. O Painel Palmer, da ONU, considerou o bloqueio legal como medida de segurança.</summary>
  </entry>
  <entry>
    <title>A Guerra de Atrito (1967-1970)</title>
    <link href="https://jjo.org.br/fatos/guerra-de-atricao-1969/"/>
    <id>https://jjo.org.br/fatos/guerra-de-atricao-1969/</id>
    <updated>2026-10-27T00:00:00Z</updated>
    <summary>A Guerra de Atrito foi o conflito entre Israel e o Egito travado sobretudo ao longo do Canal de Suez, depois da Guerra dos Seis Dias. Em 8 de março de 1969, Nasser declarou encerrado o cessar-fogo. Começou então uma campanha de desgaste, com forte apoio soviético. Israel respondeu com aviação e operações de comando. O cessar-fogo de 7 de agosto de 1970 encerrou 17 meses de combates.</summary>
  </entry>
  <entry>
    <title>1948: a Guerra de Independência de Israel</title>
    <link href="https://jjo.org.br/fatos/guerra-de-independencia-1948/"/>
    <id>https://jjo.org.br/fatos/guerra-de-independencia-1948/</id>
    <updated>2026-10-27T00:00:00Z</updated>
    <summary>A Guerra de Independência de Israel durou de novembro de 1947 a julho de 1949. Começou quando a liderança árabe rejeitou a partilha da ONU (Resolução 181) e atacou comunidades judaicas. Em 14 de maio de 1948, David Ben-Gurion proclamou o Estado de Israel. No dia seguinte, Egito, Transjordânia, Síria, Líbano e Iraque invadiram. Israel sobreviveu. Os armistícios de 1949 encerraram os combates.</summary>
  </entry>
  <entry>
    <title>Israel e Gaza antes de 7 de outubro: as guerras de 2008 a 2021</title>
    <link href="https://jjo.org.br/fatos/guerras-em-gaza-2008-2021/"/>
    <id>https://jjo.org.br/fatos/guerras-em-gaza-2008-2021/</id>
    <updated>2026-10-27T00:00:00Z</updated>
    <summary>Entre 2008 e 2021, Israel enfrentou o Hamas e a Jihad Islâmica em quatro grandes guerras em Gaza: Chumbo Fundido (2008–2009), Pilar Defensivo (2012), Margem Protetora (2014) e Guardião das Muralhas (2021). Todas vieram depois de escaladas de foguetes lançados de Gaza contra cidades israelenses. Israel respondeu com operações aéreas e terrestres para deter os disparos e destruir túneis e arsenais do grupo terrorista.</summary>
  </entry>
</feed>
